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Crítica | Detetives do Prédio Azul (D.P.A)

Após oito temporadas e sucesso de audiência no canal Gloob, a série de televisão Detetives do Prédio Azul ganha seu primeiro longa-metragem nos cinemas, com direito a muitas risadas e participação de atores globais.

Nessa trama, Pippo (Pedro Henrique Motta), Sol (Letícia Braga) e Bento (Anderson Lima), os detetives da nova geração têm que enfrentar seu maior caso até então: Um crime envolvendo magia. Um dia após se infiltrarem na festa de Dona Leocádia (Tamara Taxman) e descobrirem que a mesma é, na verdade, uma bruxa, o trio percebe que algo de errado está acontecendo quando surgem rachaduras que colocam em questão a possível demolição do prédio e separação do equipe, além do comportamento estranho da síndica. Com a ajuda do porteiro, Severino, e do trio original de detetives, as crianças saem em busca dos feiticeiros suspeitos.

Voltado para o público infantil, o filme consegue ainda arrancar risadas de telespectadores de qualquer faixa etária. Os atores mirins impressionam com a qualidade de suas performances e a química de grupo – que funciona muito bem durante todo o filme, assim como o trabalho do trio da primeira geração.

Há ainda alguns elementos constituintes do filme que têm embasamento na franquia de filmes Harry Potter, trazendo referências infantilizadas que soarão familiares para os fãs da saga. A história tem como objetivo projetar a ideia de trabalho em equipe e estabelecer o significado de amizade.

Detetives do Prédio Azul é um filme para crianças, mas que mostra capacidade de se adequar para toda a família; Suave, engraçado e dinâmico.

O filme tem sua estréia marcada para 20/07 (quinta-feira).

Lara Arruda
Maníaca por arte e cinéfila assídua.