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Crítica | Meu Malvado Favorito 3

Uma diversão leve e despretensiosa para todos os públicos.

A nova produção da Universal em parceria com a Illumination Entretenemaint chega com grandiosidade impressionando os espectadores de todas as faixas etárias. Desenvolvida com leveza e comicidade, a trama traz uma nova aventura vivida por Gru e sua família.

Após saber da existência de um irmão gêmeo (Dru), Gru tem a oportunidade de conhecê-lo e viver uma aventura que deverá ter uma boa continuação. O personagem Dru chega a ser exagerado em muitas de suas cenas, talvez propositadamente, ademais, não submerge a produção.

Meu Malvado Favorito 3 se apresenta num aspecto envolvente e chamuscada pelo novo vilão Balthazar Bratt (Steve Carell/ Evandro Mesquita na versão dublada) claramente inspirado nos anos 80. Balthazar é alimentado pelo rancor à indústria televisiva após sofrer efeitos negativos diante do “padrão de beleza” perpetuado pela mesma, o que afeta diretamente a sua puberdade. O vilão se torna atrativo mais seu visual oitentista, em conjunto com a trilha sonora que lhe acompanha em suas cenas destinadas.

A trama nos mostra o Gru menos presente na vida das filhas, o que no enrendo transparece uma grata mensagem para os adultos. Enquanto às crianças, os Minions surgem numa versão um pouco “bad boy”, o que os deixam mais carismáticos e divertidos.

O ex-vilão (Gru) passa por situações que referenciam a vida comum das pessoas em seu cotidiano, além de nos mostrar a familiaridade e união entre seus personagens, o longa nos demonstra diversas lições que devemos aprender e compartilhar. Meu Malvado Favorito 3, decerto, é uma animação leve e despretensiosa para o gosto de todos os espectadores, com roteiro agradável, trilha sonora excelente e bem encaixada, além de um bom aproveitamento de seus personagens e enredo.

O filme está em cartaz nos cinemas brasileiros.

Nota 4/5⁠⁠⁠⁠

Francisco
Grande amante dos quadrinhos, e comandante da Plataforma 42 nas horas vagas.